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A Operação Bronzeamento em Itajaí resultou na apreensão de 14 equipamentos de bronzeamento artificial durante uma ação realizada na manhã desta quarta-feira (11). A operação foi conduzida pela Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia de Polícia, em conjunto com a Vigilância Sanitária do município.
A ação teve como objetivo combater o uso irregular de câmaras que emitem radiação ultravioleta (UV) para fins estéticos, prática proibida no Brasil desde 2009.
Investigação começou em 2025
De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início em agosto de 2025, após denúncias sobre o funcionamento irregular de equipamentos de bronzeamento artificial em estabelecimentos comerciais da cidade.
Durante a apuração, os agentes identificaram que as máquinas estavam sendo utilizadas de forma irregular em diferentes pontos de Itajaí.
Com base nas informações coletadas, foram expedidos oito mandados de busca e apreensão.
Mandados foram cumpridos em cinco bairros
As equipes policiais cumpriram os mandados em endereços localizados nos bairros:
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São Vicente
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São João
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São Judas
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Cordeiros
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Centro
Durante as buscas, os agentes localizaram e apreenderam 14 máquinas de bronzeamento artificial, além de diversos materiais utilizados na atividade.
Insumos e produtos irregulares também foram apreendidos
Além das câmaras de bronzeamento, também foram recolhidos insumos utilizados na prática estética irregular.
Entre os itens apreendidos estavam:
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fitas adesivas usadas para montagem de biquíni
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produtos aceleradores de bronzeado sem registro sanitário
Segundo as autoridades, esta é considerada a maior apreensão desse tipo de equipamento já registrada em Santa Catarina.
Uso de bronzeamento artificial é proibido no Brasil
O uso de câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos é proibido no Brasil desde 2009.
A restrição foi estabelecida pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 56/2009 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que proíbe equipamentos que emitam radiação ultravioleta para bronzeamento estético devido aos riscos à saúde.
Entre os riscos associados estão:
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aumento da probabilidade de câncer de pele
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queimaduras e lesões cutâneas
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envelhecimento precoce da pele
Investigações continuam
A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para identificar os responsáveis pela atividade irregular.
As autoridades também irão apurar possíveis infrações administrativas e crimes relacionados ao uso proibido dos equipamentos.


