Polícia Civil destruirá mais de 500 armas e equipamentos inservíveis em Santa Catarina

A Polícia Civil de Santa Catarina realizará ainda neste mês a terceira etapa do processo de destruição de armamentos e equipamentos considerados inservíveis para a instituição. A ação ocorrerá em uma empresa de fundição em Joinville, seguindo os procedimentos legais e administrativos previstos para a destinação desse tipo de material.

Nesta fase, serão destruídas 540 armas de fogo, 995 algemas e 600 carregadores que, após avaliação técnica, foram classificados como obsoletos, danificados ou sem condições de uso nas atividades operacionais.

Processo segue normas de controle e transparência

A iniciativa integra o programa de gestão patrimonial da Polícia Civil e é realizada mediante autorização da Secretaria de Estado da Administração (SEA).

Para garantir transparência e fiscalização, todas as etapas do procedimento são registradas em ata. Também são convidados a acompanhar a destruição representantes do Exército Brasileiro, da Polícia Federal, do Ministério Público de Santa Catarina e da Polícia Científica.

Cerca de 4 mil armas terão sido destruídas

A primeira etapa da ação ocorreu em julho de 2025, quando aproximadamente 600 armas de fogo foram destruídas, entre revólveres, espingardas calibre 12 e submetralhadoras.

Já a segunda etapa foi realizada em setembro do mesmo ano, resultando na destruição de 2.281 armas.

Com a conclusão da terceira fase, a Polícia Civil alcançará a marca de cerca de 4 mil armas de fogo destruídas, além da destinação adequada de aproximadamente 6,5 mil coletes balísticos vencidos e 7,7 mil algemas danificadas ou sem condições de uso.

Medida busca eficiência e segurança

Segundo a instituição, todos os materiais passam por criteriosa análise técnica antes de serem encaminhados para descarte.

A medida tem como objetivo garantir a correta gestão dos bens públicos, reduzir riscos relacionados à manutenção de equipamentos sem utilidade operacional e promover maior eficiência administrativa.

A Polícia Civil destaca que a iniciativa representa uma das maiores ações de descarte patrimonial já realizadas pela instituição em Santa Catarina, tanto pelo volume de materiais destruídos quanto pela adoção de procedimentos estruturados e alinhados às normas vigentes.

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