Maternidade Carmela Dutra registra maioria de partos normais no início de 2026

A Maternidade Carmela Dutra (MCD), unidade do Governo de Santa Catarina localizada em Florianópolis, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com indicadores positivos na assistência materno-infantil.

Entre janeiro e março, a instituição realizou 930 partos. Desse total, 562 ocorreram por via vaginal, representando 60,4% dos atendimentos, enquanto 368 foram cesarianas, equivalentes a 39,6%.

Os dados reforçam o trabalho desenvolvido pela unidade na promoção do parto humanizado e na adoção de práticas baseadas em evidências científicas.

Presença de acompanhantes ocorreu em 99% dos partos

Outro destaque apresentado pela maternidade é o incentivo à presença de acompanhantes durante o parto.

Segundo a unidade, 99% das pacientes tiveram acompanhante de livre escolha durante o procedimento, direito assegurado em todas as internações.

A maternidade também mantém incentivo à atuação de doulas e ao acolhimento humanizado das gestantes desde o pré-natal.

Gestantes de alto risco recebem orientações sobre amamentação ainda durante as consultas de enfermagem antes do parto.

Banco de Leite e apoio às mães fazem parte da assistência

No período pós-parto, as mães contam com suporte contínuo da equipe de Enfermagem e do Banco de Leite Humano.

O serviço oferece orientações sobre amamentação, acolhimento às famílias e coleta de doações de leite materno.

“Nosso compromisso vai além da assistência médica e de enfermagem. Atuamos com uma equipe multiprofissional que garante um cuidado humanizado, integral e centrado nas necessidades de cada mulher e de cada bebê”, destaca a diretora técnica da MCD, Dra. Lissandra da Silva Mafra Andújar.

Espaços humanizados auxiliam famílias e mães em luto

A Maternidade Carmela Dutra também mantém espaços específicos voltados ao acolhimento das famílias.

Entre eles está o Recanto da Mamãe, destinado às mulheres que vivem fora da região e possuem bebês internados na UTI Neonatal.

Outro espaço é a Sala Cerejeira, criada para acolher mães que enfrentam situações de luto perinatal.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, as ações reforçam o papel da maternidade como referência em saúde pública no estado, aliando segurança clínica, humanização e atendimento integral.

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