21.5 C
fpolis
07, 05, 2026
spot_img

Bombeiros atendem três ocorrências graves em uma semana e acionam suporte aéreo

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina atendeu, em um intervalo de sete dias, três ocorrências críticas em Florianópolis. Os atendimentos envolveram colisões com risco de lesão cervical e um caso grave de colapso neurológico, que exigiu o acionamento do helicóptero Arcanjo-01.

As ocorrências destacam o uso de protocolos técnicos e a atuação integrada entre equipes terrestres e aéreas.

Colisões exigiram técnica de extração especializada

Nos dias 29 e 30 de abril, duas colisões traseiras foram registradas nos bairros Ingleses e Saco dos Limões. Em ambos os casos, as vítimas apresentavam risco de trauma na coluna cervical.

Para garantir a segurança, as equipes utilizaram a técnica de extração em ângulo zero, que mantém o alinhamento entre cabeça, pescoço e tronco durante a retirada da vítima.

No caso registrado no Saco dos Limões, os danos no veículo exigiram a abertura do porta-malas para viabilizar o resgate.

Uma criança que estava no banco traseiro, em cadeirinha, não sofreu ferimentos.

As vítimas adultas foram encaminhadas ao Hospital Celso Ramos com sinais vitais estáveis.

Caso grave mobilizou helicóptero de resgate

Já na manhã do dia 1º de maio, uma ocorrência na Barra da Lagoa exigiu resposta ainda mais complexa. Um homem de 84 anos foi encontrado inconsciente em casa, com histórico de cardiopatia e acidente vascular cerebral (AVC).

Segundo os socorristas, o paciente respondia apenas a estímulos dolorosos, indicando quadro neurológico grave.

A equipe do CBMSC acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que regulou o atendimento e determinou o apoio aéreo.

O helicóptero Arcanjo-01 foi deslocado até o local, onde a equipe médica realizou a estabilização do paciente antes do transporte.

Integração garante resposta rápida

Os três atendimentos evidenciam a importância da integração entre equipes de resgate e o uso de protocolos adequados para cada tipo de ocorrência.

A atuação coordenada permite que o atendimento evolua conforme a gravidade dos casos, ampliando as chances de recuperação das vítimas.

Notícias relacionadas

- Publicidade -spot_img

Últimas